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Ética nas Redes Sociais


Tarot de Marseille (Convos) (1999)

Não é correto, a meu ver, que um tarólogo conte a outras pessoas quem andou atendendo, falando nome e sobrenome, nem que faça críticas veladas a seus clientes em público ou nas redes sociais.

O primeiro caso é um desrespeito à confidencialidade e o segundo, indica imaturidade.

Se não gostamos de um cliente (ou ele age incorretamente conosco), é só não atendê-lo mais. Não precisamos dar “recadinhos” a ele indiretamente.

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Método Europeu: Contradições


Se o Maior e Menor são opostos ou muito diferentes, isso nos gera dúvidas, pois parece que nosso jogo está errado. Mas, na verdade, ele está apenas mostrando a contradição do consulente ou da situação.

Afinal, se temos um avanço com o Carro, ao lado do desperdício do 5 de Espadas ou da limitação do 8 de Espadas, é porque este avanço será barrado de alguma forma, tipo fugir de uma situação a toda velocidade para depois de alguns quilômetros furar o pneu ou ser parado pela polícia.

O inverso também se verifica: estar sofrendo um grande abalo com a Torre, mas estar mostrando uma faceta de alegria e otimismo, como se nada estivesse acontecendo, como no caso de um Cavaleiro de Copas como parceiro.

2 de Espadas no Cotidiano


2 de Espadas – (Medieval) Scapini Tarot

É interessante como num meio no qual você vê aquilo que quer e segue quem deseja, ainda se tenha tanta gente agindo como crianças pirracentas, forçando todos a ser como esperam.

É como se a pessoa achasse que tudo que surge na tela a sua frente (muitas vezes de forma ocasional), diferente do que acredita/gosta fosse uma afronta e uma ofensa pessoal.

Será que elas se esquecem que a internet é livre e global? que não é uma festa particular na qual você manda as regras no próprio convite e quem não cumpre é obrigado a se retirar?

É meio ridículo ver alguém gastando tanto verbo em páginas que nem segue, mas cuja publicação foi curtida pelo conhecido do parente do amigo e calhou de aparecer em sua timeline.

Deveria haver um logaritmo para isso na internet, impedindo pessoas imaturas de sair da sua bolha, para não correrem o risco de entrarem em colapso.

Humildade no Estudo


No estudo do Tarô é preciso humildade para reconhecer que, se nossos jogos não fazem sentido e nos confundimos com cartas diferentes, achando que são semelhantes, é porque desconhecemos o que elas indicam essencialmente.

É preciso ir além das palavras-chaves, pois, o silêncio e reserva da Sacerdotisa, por exemplo, não é o mesmo do 4 de Espadas, embora, na aparência, estejam ambos na mesma posição.

Temos também que nos centrar no estudo de apenas um baralho, seja o Marselha, o Waite ou o Crowley (ou outros). Pois, se lermos nossos jogos misturando os conceitos dos 3, estaremos sempre lendo o que queremos ouvir e não o que saiu.

Tarô para Nada


Algumas pessoas procuram o Tarô para ver seu futuro, porém, no íntimo delas o desejo não é descortiná-lo para poder mudar o presente e sim apenas para “saber por saber”. Assim poderão ou continuar se lamentando caso saia algo ruim ou simplesmente pararem de se desenvolver já que a previsão foi boa.

Para estas pessoas, a futilidade do Pajem de Espadas, a lamentação do 6 de Copas e a preguiça da Força invertida.

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