Importância da contextualização das perguntas


Se você está lendo para alguém que não conhece, é interessante saber um pouco sobre o cenário no qual as questões estão inseridas, não para simular respostas e fazer adivinhações, como os detratores do Tarô gostam de pensar, mas para sermos mais objetivos nas respostas.

Não queremos saber a vida inteira do consulente, apenas que ele nos dê alguns parâmetros. Afinal, quando ele diz: “quero ver sobre trabalho”, isso é muito vago, pois pode estar desempregado, empregado, num negócio próprio, estudando para concurso, etc. Sem estas informações, as respostas com certeza serão mais generalistas.

Por exemplo:

“Quero ver sobre trabalho”

Sai: Imperador 

o imperador

  1. Se a pessoa está trabalhando, isso é sinal de que as coisas ficarão como estão (sem promoção), de forma estável, podendo melhorar no longo prazo;
  2. Se a pessoa está desempregada, ela continuará assim, talvez dependendo financeiramente de outras pessoas;
  3. Se estuda para concurso, podemos ver capacidade de passar, mas com ambição desmedida. Pode estar visando concursos além da própria capacidade;
  4. Se possui um negócio próprio, tal está seguro e bem administrado, mas sem lucros ou expansão por enquanto.

Se a pessoa nada diz, pode-se apenas dizer que as coisas ficarão na mesma, que existe estabilidade, segurança, mas pouco crescimento. Eu posso deduzir que talvez a pessoa tenha algum posto de liderança, mas estaria “chutando”.

A questão é que, com esta resposta mais aberta, o consulente vai acabar retornando para saber detalhes: “tá, mas eu vou conseguir a promoção? ou o emprego? ou passar na prova?”.

Ou seja, se já tivesse dito antes, a resposta já teria sido mais clara e direta!

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Sobre Vanessa Mazza

Graduada em Comunicação Multimídia pela UMESP, já trabalhei em emissoras de TV, produtoras de vídeo e cinema, além de ter sido assessora de imprensa de um órgão do Governo do Estado de São Paulo. De 2008 a 2011 me envolvi com a área de internet do Grupo Corrêa Neves de Comunicação em Franca, cidade do interior paulista para a qual me mudei para ter mais qualidade de vida e bem-estar. Dessa forma, pude me dedicar mais intensamente ao tarô, com o qual tenho uma vivência de 17 anos e mais de 5 mil atendimentos, e outros assuntos holísticos, escrevendo artigos e realizando consultas. Atualmente resido em Petrópolis, no Rio de Janeiro, tendo assumido completamente minha profissão de taróloga – que passou a ser reconhecida pelo ministério do trabalho desde 2002 – e atendo preferencialmente por chat e email.

Publicado em 11/17/2016, em Artigos, Tarô, Tiragens e marcado como , , , . Adicione o link aos favoritos. 2 Comentários.

  1. Cara Amiga Vanessa!
    Eu estou inteiramente de acordo, muitas chegam , á consulta e dizem só o tema que lhe está a preocupar, mas julgam que nós estamos a aproveitar para saber …. e não percebem que estão á defesa só para nos testarem, torna-se impossível que jogo seja claro e objetivo este fica muito fechado.
    Pois as perguntas ás questões têm de ser formuladas através de um contexto.
    Abraços

    Curtido por 1 pessoa

  2. Sim, vira um círculo vicioso, pois a leitura fica incompleta e depois nos acusam de que a consulta é muito genérica. Obrigada pela visita! 😉

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