Como ler para amigos


Tarô-12

De vez em quando um amigo pode pedir ou precisar de uma consulta. Porém, como vocês se conhecem bem, é importante se atentar a algumas coisas:

1. Não dá para ler para todo e qualquer amigo

Isso significa que seu amigo pode não ser capaz de lidar com a consulta de forma madura, confundindo amizade com o seu lado profissional. São casos de amigos que não vão querer pagar pela leitura, pois acham um absurdo você cobrar (imagina se amigos médicos tivessem que fazer uma cirurgia de graça usando o mesmo raciocínio). Claro que existem casos e casos, mas, de maneira geral, isso é um sinal de que não se poderia ler para esta pessoa. Outra possibilidade é aquele amigo que não terminará o atendimento. Ou seja, você lê para ele e depois ele continua lhe procurando, dia a pós dia para tirar dúvidas, pedir complementações e assim, uma consulta se torna muitas, devido ao caráter informal da situação. Por fim, tem aqueles amigos que vão achar que você está usando as cartas para passar indiretas, falando sua opinião e não o que está de fato sendo mostrado.

2. Deixe claro o que se deve esperar da situação

Uma das formas de evitar estes contratempos é deixando claro como as coisas vão funcionar. Mostrar que é seu trabalho, que você não será pessoal, que é preciso marcar uma data e horário, que não é sempre que você fará isso, apenas se sentir que realmente vai ajudar este amigo, etc. Se ele não aceitar, sugira um colega tarólogo para atendê-lo.

3. Não compartilhe o que foi dito em consulta, nem use isso contra seu amigo

Saindo da esfera “amigos imaturos”, é bom fazermos o nosso mea culpa, evitando falar sobre o que saiu na consulta em horas inapropriadas ou com amigos em comum. A consulta é que nem confissão. Fica só entre você e a pessoa. Portanto, se brigar com seu amigo, não use o que saiu contra ele, nem fique depois monitorando se seguiu os conselhos ou não, apontando o dedo e dizendo “não te falei?”.

4. Não diga sua opinião pessoal, leia o que está nas cartas

Por fim, pode acontecer que, lendo as cartas, você perceba que sua opinião difere do que está sendo aconselhado. Ao invés de omitir e dizer o que pensa, seja ético e profissional. Muitas vezes a consulta não ajuda só o consulente, mas também o tarólogo a expandir seus horizontes e a pensar de forma diferente.

Imagem: Leo Rey/ Old English Tarot

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Sobre Vanessa Mazza

Graduada em Comunicação Multimídia pela UMESP, já trabalhei em emissoras de TV, produtoras de vídeo e cinema, além de ter sido assessora de imprensa de um órgão do Governo do Estado de São Paulo. De 2008 a 2011 me envolvi com a área de internet do Grupo Corrêa Neves de Comunicação em Franca, cidade do interior paulista para a qual me mudei para ter mais qualidade de vida e bem-estar. Dessa forma, pude me dedicar mais intensamente ao tarô, com o qual tenho uma vivência de 17 anos e mais de 5 mil atendimentos, e outros assuntos holísticos, escrevendo artigos e realizando consultas. Atualmente resido em Petrópolis, no Rio de Janeiro, tendo assumido completamente minha profissão de taróloga – que passou a ser reconhecida pelo ministério do trabalho desde 2002 – e atendo preferencialmente por chat e email.

Publicado em 05/22/2015, em Artigos, Tarô e marcado como , , , . Adicione o link aos favoritos. 3 Comentários.

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