Minha história com o Tarô – Parte III


Foto: Leo Rey

Quando resolvi assumir o Tarô como atividade remunerada, quis me profissionalizar usando como base livros nos quais pudesse confiar, até porque, desde os 13 anos, tive acesso a muitas informações desencontradas e antagônicas, que não permitiam que eu tivesse uma linha interpretativa única e clara, precisando apelar mais para a intuição que o conhecimento.

Na prática diária também percebi que era essencial começar uma leitura com muita certeza de que sistema estava usando para não interpretar as cartas ao meu bel-prazer (o famoso puxar a sardinha para o nosso lado). Por exemplo, se estava usando Marselha, não poderia interpretar algumas cartas dentro do sentido do Mitológico ou de Crowley, só porque isso ia ao encontro do que queria que fosse o resultado da tiragem. Em outras palavras, era preciso ser imparcial para não corromper o jogo.

TaroNeiVol2

Porém, por muitos anos não tive um sistema que gostasse mais, até encontrar a trilogia de Nei Naiff. Quando a li, resolvi deixar de lado o Tarô Egípcio de Kier; o Terapêutico, de Veet Pramad; o Mitológico; o de Crowley; o de Osho e até mesmo o de Waite, para focar mais no de Marselha.

Tarô de Marselha

Foi uma escolha consciente que me ajuda hoje a ter uma linha interpretativa consistente e, por causa disso, mais eficiente. Isso não significa que eu não utilize os outros baralhos esporadicamente, pois agora eles entram em situações específicas e suas atuações dentro das tiragens estão bem delimitadas.

E você, qual a sua história?

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Sobre Vanessa Mazza

Graduada em Comunicação Multimídia pela UMESP, já trabalhei em emissoras de TV, produtoras de vídeo e cinema, além de ter sido assessora de imprensa de um órgão do Governo do Estado de São Paulo. De 2008 a 2011 me envolvi com a área de internet do Grupo Corrêa Neves de Comunicação em Franca, cidade do interior paulista para a qual me mudei para ter mais qualidade de vida e bem-estar. Dessa forma, pude me dedicar mais intensamente ao tarô, com o qual tenho uma vivência de 17 anos e mais de 5 mil atendimentos, e outros assuntos holísticos, escrevendo artigos e realizando consultas. Atualmente resido em Petrópolis, no Rio de Janeiro, tendo assumido completamente minha profissão de taróloga – que passou a ser reconhecida pelo ministério do trabalho desde 2002 – e atendo preferencialmente por chat e email.

Publicado em 11/10/2014, em Artigos, Baralhos, Curiosidades, Tarô e marcado como , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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