Quanto tempo é preciso para se tornar um tarólogo profissional?


Figura de Paul Spangenberg (1843-1918)

Figura de Paul Spangenberg (1843-1918)

Na escola do Tarô, ninguém nunca se forma, mas, após um tempo adequado (maior que um final de semana, óbvio), a pessoa já pode começar a atuar profissionalmente, sendo importante praticar consigo mesmo e com pessoas próximas antes. Ou seja, do mesmo jeito que o médico, após o tempo de estudo, precisa da residência para se tornar especialista, quem lida com o Tarô necessita da prática e da vivência para se tornar profissional.

Entretanto, como esta profissionalização depende do empenho e das habilidades intrínsecas de cada um, assim como das fontes e pessoas das quais se extrai os conhecimentos necessários, é mais fácil se sentir pronto quando uma série de características forem alcançadas do que se obrigar a atuar após um período pré-delimitado, como 6 meses ou 1 ano, por exemplo.

Portanto, você será um profissional quando:

  • Dominar os significados de cada carta, não só com palavras-chaves, mas sabendo como enxergá-las em contextos diferentes. Ou seja, se tiro uma Força, o que ela quer dizer numa pergunta de relacionamento, de finanças, de projetos ou de espiritualidade? Se sai como conselho ou como oposição/desafio, o que digo?
  • Tiver prática na aplicação de tiragens. Não há razão para se ter de cor dezenas de spreads, mas pelo menos as clássicas, como cruz celta, três cartas, mandala, peladan, templo de Afrodite, ferradura, entre outras, já ajuda bastante;
  • Souber criar suas próprias tiragens. Nem sempre temos na mão um jogo que preencha as necessidades do consulente. Então, ter a habilidade de dispor as cartas de modo a obter a resposta requerida traz muitas vantagens;
  • Conseguir ser objetivo e direto em suas respostas, sem muitas divagações. Se a pergunta é: vou vender um carro, a resposta tem que ser sim, não ou depende. Você pode a partir daí, justificar os motivos por trás de cada resposta, ajudando o consulente a pensar;
  • Entender com clareza as combinações de cartas, sem se atrapalhar quando uma Torre sai do lado de um 10 de Copas ou um 6 de Paus;
  • Tiver jogo de cintura com o cliente, sabendo se portar adequadamente, não criando expectativas falsas, nem fantasiando situações;
  • Compreender que o Tarô não tem nada de místico e, portanto, pode ser tratado como uma ferramenta de trabalho sem grandes complicações, como rituais longos, montagens de altares, sagração do baralho, invocações, etc;
  • Tiver humildade para sempre buscar mais conhecimento, lendo, indo em eventos, assistindo palestras e trocando figurinhas com seus colegas de profissão;

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Para consultas, acesse:

Email Simples – https://goo.gl/1hdiZ5
Email Completa – https://goo.gl/UgT2NR
Chat – https://goo.gl/8sLaeu

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Sobre Vanessa Mazza

Graduada em Comunicação Multimídia pela UMESP, já trabalhei com mídias e publicações (jornais, internet e revistas), mas minha paixão sempre foi o Tarô, com o qual tenho uma vivência de mais de 20 anos. Atualmente resido em Franca, em São Paulo, sendo taróloga profissional – atividade reconhecida pelo ministério do trabalho desde 2002 – e atendo preferencialmente por chat e email.

Publicado em 07/24/2013, em Tarô. Adicione o link aos favoritos. 3 Comentários.

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