Tarô e Cultura: 6 de Espadas – Branca de Neve e os 7 Anões


Quem já não ouviu falar da história da Branca de Neves e os 7 anões?

A estória, compilada pelos irmãos Grimm em 1812, já era transmitida oralmente na Alemanha há muitas gerações, possivelmente desde a Idade Média. Apesar de contar com muitas versões, incluindo aí as modernas apresentadas pela Disney e também por filmes mais recentes, a premissa é sempre a mesma: uma moça pura e muito bela, branca como a neve, com cabelos negros como a noite, gera enorme inveja na rainha, que a manda matar. O caçador, incumbido da tarefa, não tem coragem, permitindo que a menina se refugie na floresta. Os anões mineiros aceitam sua presença e a protegem. Porém, logo que a rainha descobre seu esconderijo, inicia uma série de tentativas para aniquilá-la, da qual a maçã envenenada é a mais conhecida.

Assim, o momento de triste aceitação que acomete os 7 anões quando precisam levar Branca de Neve, supostamente morta em seu esquife, até a floresta, representa bem o clima de jornada, tristeza e recuperação do 6 de espadas. Eles não sabem bem o que irão encontrar ao final do caminho, nem querem pensar no que farão agora sem a querida princesa por perto. Estão apenas focados no movimento, nem tristes demais, nem um pouco alegres.

Muitas vezes nos encontramos em situações semelhantes e até perdemos as esperanças. Por isso, é tão importante não se deixar levar pela aparência das coisas. Afinal, a beleza que a rainha invejava tanto vinha do amor interior de Branca de Neve, algo que não poderia ser morto, nem pelo veneno mais potente.

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Sobre Vanessa Mazza

Graduada em Comunicação Multimídia pela UMESP, já trabalhei em emissoras de TV, produtoras de vídeo e cinema, além de ter sido assessora de imprensa de um órgão do Governo do Estado de São Paulo. De 2008 a 2011 me envolvi com a área de internet do Grupo Corrêa Neves de Comunicação em Franca, cidade do interior paulista para a qual me mudei para ter mais qualidade de vida e bem-estar. Dessa forma, pude me dedicar mais intensamente ao tarô, com o qual tenho uma vivência de 17 anos e mais de 5 mil atendimentos, e outros assuntos holísticos, escrevendo artigos e realizando consultas. Atualmente resido em Petrópolis, no Rio de Janeiro, tendo assumido completamente minha profissão de taróloga – que passou a ser reconhecida pelo ministério do trabalho desde 2002 – e atendo preferencialmente por chat e email.

Publicado em 08/09/2012, em Artigos, Tarô, Tarô e Cultura e marcado como , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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