Evite doenças com o Tarô: Sacerdote – Medicina atual


Infelizmente, com o passar dos séculos, fomos perdendo nossa visão holística das coisas, ou seja, começamos a ver tudo de forma fragmentada, esquecendo do todo. Assim, a medicina, que antes era global, se dividiu em muitas especialidades. Não digo que tenha sido ruim aprofundarmos os conhecimentos, porém, sabemos, por experiência que, se chegarmos com uma dor de cabeça num gastro, ele tenderá a associá-la com problemas de alimentação, se formos num neuro, ele relacionará com desequilíbrio no cérebro, se formos num oftalmo, deverá ser um problema na visão e por aí vai. Ou seja, por causa do enfoque excessivo no detalhe, não vemos a figura toda montada.

É claro que isso é uma generalização, mas, é de pensar que a classe médica tenha se mantido nas últimas décadas numa postura muito racional, focada na doença e em seus tratamentos e remédios. Portanto, a parte emocional, intelectual, social e até espiritual do paciente acaba nunca entrando no diagnóstico.

Em parte, compreendo que isso se deva ao processo atual de saúde, no qual que se gaste tão pouco com prevenção e, por causa do excesso de demanda de pessoas doentes, os médicos tenham que ser rápidos e objetivos para dar conta de atender todo mundo.

É uma pena, pois, se cada paciente pudesse ser visto completamente e não só seu mal-estar, poderia ser curado de uma vez, ao invés de passar vários anos indo e voltando de médicos com problemas diferentes, mas cuja a causa é a mesma: o comportamento.

Escolhi o Papa para representar esta situação, pois esta carta mostra um grupo de valores e de pessoas que os seguem, algumas vezes de forma cega, sem se abrirem ao novo.

Enfim, eu desejo que a medicina continue evoluindo, não só na parte técnica, mas também na humana até que possamos chegar num ponto em que a doença deixe de ser comum e aceitável. Porém, para que isso aconteça é preciso olhar além da matéria, o que só se consegue quando se “tem olhos para ver e ouvidos para escutar”.

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Sobre Vanessa Mazza

Graduada em Comunicação Multimídia pela UMESP, já trabalhei em emissoras de TV, produtoras de vídeo e cinema, além de ter sido assessora de imprensa de um órgão do Governo do Estado de São Paulo. De 2008 a 2011 me envolvi com a área de internet do Grupo Corrêa Neves de Comunicação em Franca, cidade do interior paulista para a qual me mudei para ter mais qualidade de vida e bem-estar. Dessa forma, pude me dedicar mais intensamente ao tarô, com o qual tenho uma vivência de 17 anos e mais de 5 mil atendimentos, e outros assuntos holísticos, escrevendo artigos e realizando consultas. Atualmente resido em Petrópolis, no Rio de Janeiro, tendo assumido completamente minha profissão de taróloga – que passou a ser reconhecida pelo ministério do trabalho desde 2002 – e atendo preferencialmente por chat e email.

Publicado em 06/03/2012, em Artigos, Evite Doenças, Tarô e marcado como , , , . Adicione o link aos favoritos. 2 Comentários.

  1. Exatamente! Cuida-se do órgão e não do doente.

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  1. Pingback: Evite doenças com o Tarô: Índice | Tarolando

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