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Evite doenças com o Tarô: Papisa – Vaginite

Como a Papisa é aquela que observa, que fica calada, que muitas vezes guarda para si o que está sentindo, podemos imaginar que uma mulher que mantenha esta atitude em relação ao seu parceiro, principalmente se aquilo que ela enxerga não é positivo, possa desenvolver, mesmo que lentamente, alguma doença interna.

Escolhi a vaginite porque ela é um sinal que geralmente trai a aparente boa vontade da mulher. Ou seja, por fora parece que está tudo bem, mas ter uma inflamação no órgão genital é uma evidência clara de que esta mulher está guardando raiva, seja ela justificada ou não.

Afinal, é a forma como analisamos as situações que provocam as doenças. Neste sentido, nosso corpo não nos julga, apenas responde ao que emitimos. Portanto, se o homem estiver distante e a mulher muito carente, ela pode até somatizar a doença como uma forma de provar que ele está assim porque a trai, por exemplo. Como se ela tivesse contraído a doença por culpa dele.

Em outros casos, a mulher pode desenvolver este incômodo por estar presa a um triângulo amoroso que nunca se define. Por isso é muito importante vasculhar o que está oculto, descobrir nossos sentimentos mais secretos e lidar com eles de forma positiva.

Independentemente do que esteja vivendo, não perca a fé no amor e na felicidade. Seja coerente com suas necessidades e não use o corpo para resolver o que só cabe a você mesma decidir.

Saiba mais sobre esta série aqui

Boas maneiras com o Tarô: Papisa

Timidez. Já me disseram uma vez que timidez nada mais é do que orgulho, uma forma de nos protegermos das críticas e das opiniões alheias que poderiam vir caso nos abríssemos ao mundo. Assim, escondidos em nós mesmos, ninguém pode ver nossos defeitos, porém, também não podem partilhar conosco de nossos talentos e conhecimentos. Afinal, geralmente as pessoas tímidas possuem um vasto reino interior que poderia ajudar muitas pessoas, caso não tivessem tanto medo de mostrar suas fragilidades. Se você for tímido, pense nisso, pense nesta sua busca tola pela perfeição e pela imagem intocável. Solte-se, seja mais leve e não se retraia tanto. Tanta gente faz besteiras perto de você e no fim, tudo acaba esquecido…

Série Sobre os Egos – II – O Passivo (A Sacerdotisa)

O segundo Arcano Maior do tarô é A Sacerdotisa, também conhecida por A Papisa. No Tarô Mitológico, ela é representada pelo mito de Perséfone, que foi raptada do mundo à luz do dia, para se tornar esposa de Hades, o deus das Profundezas.
E, de fato, a Sacerdotisa é uma carta sempre associada com o interior, com aquilo que está oculto, com a profundidade do inconsciente, a intuição, a receptividade e a sensibilidade.

Ela também costuma ser a imagem do autoconhecimento, já que segura em suas mãos um grande livro e tem em seu semblante um olhar sereno e de observação contínua do mundo ao seu redor.Porém, quando analisamos o sentido oposto, percebemos que as pessoas, cujo ego pode ser representado por esta lâmina, são extremamente passivas, com medo de viver, de agir. Pessoas que, com sua timidez, não conseguem avançar ou mostrar seus talentos ou verdades e que acabam seguindo a tendência a tudo concordar e aceitar, por não saberem lidar com a adversidade, as opiniões contrárias ou mesmo com o confronto direto. Constantemente elas preferem se abster de se manifestar, revelar seu “eu” verdadeiro, de modo a melhor se protegerem do mundo e das reações adversas.

Esta insegurança crônica pode levá-las, a longo prazo, a se tornarem seres humanos de caráter servilista, daqueles que vendem sua alma para conseguir pequenos favores e manter garantida sua posição na sociedade.Geralmente são pessoas que podem até mesmo passar uma aparência de confiabilidade e tranqüilidade exteriormente, mas que em seu interior escondem mares de tensão, medos e inseguranças. Querem falar, se expressar, mostrar suas vontades, mas temem serem repreendidas, já que não possuem a força necessária para lutar por aquilo que acreditam.

Se você se reconhece neste perfil, é importante começar a acreditar mais na própria capacidade, valorizando-se a si mesmo como indivíduo único no Universo. Deus nunca criaria algo sem valor ou que não possuísse meios de contribuir de maneira original ao mundo. As pessoas passivas precisam perceber que não existe ninguém melhor que ninguém e que toda comparação que traçamos são tolas, pois o que existem são estágios diferentes de evolução. Ora, não se compara uma criança a um adulto, muito menos um músico a um engenheiro mecânico.

Também não se deve confundir servilismo com humildade. Ser humilde é reconhecer o nosso lugar dentro de um contexto determinado, sabendo exatamente quais são nossas virtudes e nossas fraquezas e ser servilista é se colocar abaixo dos outros, utilizando-se de técnicas para envaidece-los, exclusivamente para obter deles favores.

Analise friamente quem você é e com o que pode contribuir, esforçando-se para passar isso à diante. Muitas pessoas talvez não se interessem pelo que você tem a dizer, mas muitos outros irão parar para ouvi-lo. E seu trabalho, suas idéias e suas palavras podem mudar para melhor a vida de muita gente. Acredite!

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