Desmistificando a Consulta de Tarô

As pessoas geralmente vêem a leitura de tarô como um dom divino concedido à poucos. Isso não é verdade. Qualquer pessoa pode fazê-lo, desde que estude, se aprimore e utilize bem sua intuição. Aliás, todos nós temos intuição. Que ela seja mais ou menos aflorada não é questão de merecimento, mas sim de prática, de humildade em prestar mais atenção a sua voz interior do que às regras impostas pela sociedade ou pela moralidade.
Então, isso posto, realizar consultas de tarô, é ser uma espécie de terapeuta que utiliza uma ferramenta, no caso, as cartas, para esboçar uma espécie de diagnóstico.
É claro que as cartas “reagem” ao campo energético da pessoa que procura a consulta e revela, por meio de arquétipos (as imagens gravadas nas cartas), aquilo que está acontecendo dentro dela mesma.
A ciência já deu como comprovada todas essas questões de magnetismo, aura, energia, etc. É só ver o documentário “Quem Somos Nós”
Além disso, tudo nesta vida deve ser feito a base de troca e não há nada feio a respeito disso. Digo isso porque as pessoas têm uma tendência a pensar que os profissionais que lidam com Tarô, I Ching, Feng Shui, Numerologia, Astrologia e todas as outras terapia são charlatões, porque vivem de um trabalho voltado a ajudar os outros. Isso, colocado sob o prisma da lógica, é um pouco incoerente, pois é como se se pedisse para que o médico clinicasse de graça pelo mesmo motivo.
É claro que existem bons e maus profissionais em todos os meios e cabe aos clientes dos mesmos reconhecê-los e desmascará-los.
Por isso, é preciso desmistificar o tarô e aqueles que o exercem. Dessa forma muito mais pessoas poderão usufruir de todas as lições contidas nele, se conhecendo melhor e, por consequência, vivendo melhor.



Formidável sua apresentação e conteúdo, embora não seja um julgamento, mas um aprêço.
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